quarta-feira, 4 de fevereiro de 2015

Missa é celebrada na Matriz em homenagem a São Braz


Nesta terça-feira (03) foi realizada na Matriz de São Pedro e São Paulo, uma missa em homenagem a São Braz, celebrada pelo Frei Wilson, pároco da Matriz, concelebrada pelo Frei Michel e padre Cardoso.
Durante a missa foi realizada a benção das gargantas, uma bela tradição que leva conforto, paz e tranqüilidade para os fies.
São Brás nasceu na Armênia, foi médico e depois bispo de Sebaste, onde sofreu o martírio por não sacrificar aos deuses pagãos. É invocado especialmente contra as doenças da garganta, porque certa vez salvou, conforme narram as Atas de sua vida, um menino que estava para morrer por ter engolido uma espinha de peixe.
 
São Brás é venerado no Oriente e Ocidente com a mesma intensidade ao longo de séculos e, até hoje, mães aflitas recorrem à sua intercessão quando um filho se engasga ou apresenta problemas de garganta. A bênção de São Brás é procurada principalmente por quem tem problemas nesta parte do corpo, e é ministrada em muitas igrejas do mundo cristão. 
 É considerado protetor da garganta porque consta que uma mãe aflita jogou-se aos seus pés pedindo que socorresse o filho, que agonizava engasgado com uma espinha de peixe atravessada. O santo rezou, fez o sinal da cruz sobre o menino e este se levantou milagrosa e imediatamente como se nada lhe tivesse acontecido. 
Naqueles anos de grandes perseguições aos cristãos, muitos eram torturados e mortos na mão dos poderosos pagãos. Brás abandonou o bispado e se protegeu na caverna de uma montanha isolada e mesmo assim, depois de descoberto e capturado, morreu em testemunho de sua fé sob as ordens do imperador Licínio, em 316.  
Muitas tradições envolvem seus prodígios, graças e seu suplício. Segundo elas, a fama de sua santidade rodou o mundo ainda enquanto vivia e sua morte foi impressionante. O bispo Brás teria sido terrivelmente flagelado e torturado, sendo por fim pendurado em um andaime para morrer. Como isso não acontecia, primeiro lhe descarnaram os ossos com pentes de ferro. Depois tentaram afogá-lo duas vezes e, frustrados, o degolaram para ter certeza de sua morte. 
O corpo do santo mártir ficou guardado na sua catedral de Sebaste da Armênia, mas no ano 732 uma parte de suas relíquias foram embarcadas por alguns cristãos armênios que seguiam para Roma. 
Nessa ocasião uma repentina tempestade interrompe a viagem na altura da cidade de Maratea, em Potenza; e alí os fieis acolhem as relíquias do santo numa pequena igreja, que depois se tornaria sua atual basílica e a localidade receberia o nome de Monte São Brás. 
Em 1983, no local da igrejinha inicial foi erguida uma estátua de São Brás, com a altura de vinte e um metros.

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