quinta-feira, 24 de julho de 2014

Hospitais Alberto Torres e Adão Pereira Nunes são referências para atendimento de politraumatizados

Primeiro Centro de Trauma do Estado do Rio de Janeiro, a unidade do Hospital Alberto Torres, em São Gonçalo, foi inaugurada em junho de 2013 pela Secretaria de Saúde. Desde então, cerca de 1,4 mil pacientes foram atendidos até junho de 2014, com taxa de sucesso compatível com o recomendado internacionalmente. O Centro de Trauma do Alberto Torres, que fez parte do plano de contingência para a Copa do Mundo, será referência para as Olimpíadas de 2016. Na Baixada Fluminense, em Saracuruna, o Hospital Estadual Adão Pereira Nunes segue pelo mesmo caminho. A unidade ganhou o segundo Centro de Trauma do estado, que está funcionando plenamente desde o dia 2 de julho deste ano. Em apenas dez dias de funcionamento, 400 pacientes foram atendidos. 
As duas unidades recebem emergências e muitos casos graves de politraumatismo, principalmente devido a acidentes automobilísticos. Os Centros de Trauma do Estado contam com uma estrutura moderna e seguem um protocolo internacional utilizado nas principais unidades do mundo.

– A rede pública passou a contar com a mesma política de atendimento de trauma que permitiu a redução de 50% no número de óbitos entre as vítimas politraumatizadas nos Estados Unidos – disse o coordenador do serviço, Rogério Casemiro.
O Centro de Trauma do Alberto Torres foi o primeiro de politraumatizados do país. Ele é resultado de um projeto que começou a ser desenvolvido em 2010, com a consultoria técnica do Centro de Trauma de Baltimore, nos Estados Unidos. O Estado investiu R$ 6,2 milhões em infraestrutura e equipamentos no Centro de Trauma, que conta com três salas de cirurgia, uma delas “inteligente”. No local, o médico pode acompanhar exames em tempo real, o que permite tomada de decisões rápidas sobre procedimentos. 
No Centro de Trauma do Adão Pereira, os sete leitos foram alocados próximos ao centro de imagem e aos centros cirúrgicos, que passaram por reformas, contando com sete salas, uma delas “inteligente”, aumentando em 40% a capacidade cirúrgica do hospital.
Nas duas unidades, parte das equipes recebeu treinamento no Ryder Trauma Center, da Universidade de Miami, e no Children’s Hospital, em Washignton.

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