quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

Cresce o número de diabéticos no país e é necessária alimentação balanceada em eventos públicos


Ano passado a Alerj realizou uma audiência pública para discutir a prevenção, as condições de acesso e o atendimento na rede pública para os pacientes que sofrem a diabete.
De acordo com a apresentação da médica Solange Travassos, da União das Associações de Diabéticos do Estado (Uaderj), existem cerca de 366 milhões de diabéticos no mundo. Desse total, 50% não sabem que possuem a doença. A faixa etária de maior frequência é entre 40 e 59 anos. Os países de baixa renda contam com 80% dos pacientes. Nos Estados Unidos, a diabetes é a sexta principal causa de morte. A doença é também a principal causa de insuficiência renal nos EUA e a terceira no Brasil. “É a mais difícil de se tratar no mundo. Podemos ter pacientes de mesmo perfil, mas com diferentes tratamentos. Cada caso é bem específico. Em 2003, no mundo todo, tivemos 3 milhões de mortes pela doença. Em 2011, esse número foi para 4,6 milhões. No Brasil, a cada 2 minutos uma pessoa desenvolve a diabetes”, comentou Solange.
            É de extrema necessidade que os órgãos públicos (federal, estadual e municipal) estejam sempre incentivando de forma intensa as medidas que coíbam a diabetes.
De acordo com a Sociedade Brasileira de Angiologia e Cirurgia Vascular (SBACV-RJ), a diabetes é uma doença crônica que pode levar a outras doenças graves como: enfarte cardíaco, insuficiência renal (levando à hemodiálise), isquemia cerebral (“derrame”) e gangrena, com amputação da perna e/ou do pé.
            Uma idéia desvendada por nossa equipe é fazer com que os líderes políticos do país passem a criar leis que facilitem a vivência dos diabéticos. Uma lei que seria de grande valia poderia determinar que todos os eventos públicos que possuam coffe breack ou outros tipos de refeições acrescentassem em seus cardápios pelo menos 40% de produtos dight, pois é o único que os diabéticos podem consumir.
            Aproveitamos também para pedir as autoridades isenção fiscal para que os diabéticos possam comprar sapatos apropriados com o custo reduzido, já que os diabéticos sofrem muito com desconforto nos pés por falta de sapatos anatômicos e adequados para os portadores da doença.