quinta-feira, 10 de novembro de 2011

Paraíba do Sul, marca presença na Marcha
Uma grande passeata percorreu na última quinta-feira (10/11) as ruas do centro do Rio de Janeiro para protestar contra o projeto de lei que defende a distribuição dos royalties do petróleo explorado para o conjunto da União, prejudicando assim os lucros dos estados produtores.

Com o lema "Contra a injustiça - Em defesa do Rio", milhares de manifestantes se concentraram em frente à Igreja da Candelária, seguiram pela Avenida Rio Branco e chegaram à praça da Cinelândia, palco tradicional de manifestações na cidade.

O projeto que redefine a divisão dos recursos procedentes do petróleo foi aprovado pelo Senado em outubro e deve ser analisado por uma comissão especial antes de ser votado pelo plenário da Câmara dos Deputados.

Segundo cálculos da imprensa, o estado do Rio de Janeiro - maior produtor de petróleo do país - deixaria de lucrar R$ 125 bilhões nos próximos nove anos caso a proposta entre em vigor.

"É uma manifestação contra uma intervenção da União no Rio. Nós não podemos ficar indiferentes", disse o presidente da Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan), Eduardo Eugênio.

Além do Rio, a distribuição dos royalties também deve prejudicar os estados do Espírito Santo, Piauí, Rio Grande do Norte, Ceará, Maranhão, Pará e Amapá.

O prefeito de Paraíba do Sul, Gil Leal com apoio da Câmara Municipal, se uniu à causa e criticou o projeto de lei que prevê a distribuição dos royalties. "Temos que demonstrar a nossa indignação e dar apoio irrestrito ao Governador  Sérgio Cabral, está causa não é só do Governo Estadual, ela atinge diretamente a todas as áreas e municípios do Estado Rio de Janeiro".

Em parceria com a FIRJAN, Paraíba do Sul marcou presença com uma caravana composta por lideranças comunitárias, Secretários de Governo e empresários que participaram de almoço organizado pela entidade.
A marcha desta quinta-feira foi acompanhada por personalidades do meio artístico, representantes sindicais e milhares de funcionários públicos, que foram liberados mais cedo do trabalho para participar do ato. Outras Prefeituras também se uniram a esta importa causa em defesa do nosso Estado.











































































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